Histórias de amor são como borboletas: você consegue ver, pode até tocar, mas se você tentar guardar uma pra você ela simplesmente morre. Tem que saber admirar de longe Nuno Boggiss
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Foge, borboleta! Os homens aproximam-se os seus exércitos.
Run, butterfly! Men are coming, their armies
Allez-y, papillon! les hommes s'approchent, leurs armées
Corre, mariposa! Los hombres se acercam, sus ejércitos.
Casimiro de Brito
sábado, 18 de outubro de 2008
A borboleta no silêncio fala, na flor sorvendo o mel que a alimenta; e, ao sugar o nectar se contenta, mostrando as cores de perfeita escala.
Depois, no vento que a conduz e embala, no gosto de voar que experimenta, sem saber do bailado que apresenta, nem que aos humanos faz festa de gala.
Assim, ao poeta basta algum perfume ou um simples sorriso de acolhida para tornar mais doce o seu viver.
E, em mostrar seus versos se resume o de mais importante em sua vida que é de, também, ao Sol espairecer...
(Desconheço o autor)
Os beija-flores já chegaram. Vem aos poucos, grandes, pequenos, azulados, esverdeados, com seu vôo em linhas retas, para cima, para baixo... Ainda não se deixaram fotografar, são muito rápidos. Ou a fotógrafa fica embasbacada olhando pra eles, sem tempo de pegar a máquina fotográfica... Enquanto isso, as borboletas se divertem.
(Desconheço o autor)
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Foge, borboleta! Os homens aproximam-se os seus exércitos.
Run, butterfly! Men are coming, their armies
Allez-y, papillon! les hommes s'approchent, leurs armées
Corre, mariposa! Los hombres se acercam, sus ejércitos.
Bonjour oiseaux Bienvenu papillons C'est primtemps!
Linda manhã de sol... Luz brisa suave As flores despertam tranqüilas aromatizadas Copos de leite, lírios, agapantos Os roseirais estão coloridos e orvalhados Alentadas iniciam o dia brejeiras.
O jardim envaidecido exibe toda a sua beleza Das flores o contentamento, das folhas a inocência Os bem-te-vis seus trinar se ouve ao longe Colibris e borboletas estão a louvar a natureza
Borboletas matizadas e coloridas voejam Tocando as flores de vez em quando Os raios de sol nas gramíneas Formam-se belos arabescos
Laços de amor, trevinhos, onze horas já é flor. O jasmineiro está florido suave aroma exala Duendes dançam, fadinhas esvoaçam, Libélulas voejam delicadamente. As borboletas entrelaçam-se a beijar Lirios e jasmins com a energia transcendente do amor
Meio-dia sol a pino é hora de relaxar Borboletas azuis voam livres em direção Ao bosque para descansar
(Desconheço o autor)
domingo, 5 de outubro de 2008
A felicidade é como a pluma Que o vento vai levando pelo ar Voa tão leve Mas tem a vida breve Precisa que haja vento sem parar